Ambulantes cobram da PMM construção de camelódromo

De acordo com a vendedora Madalena Martins, foi realizado um
cadastramento junto aos camelôs que atuam no Centro da cidade, porém,
após essa ação, nenhuma informação acerca das obras de construção do
camelódromo foi repassada.
"Nos foi informado sobre a construção desse espaço. Acho muito importante a iniciativa, desde que ninguém seja prejudicado, pois muita gente tem a venda nas ruas como única fonte de renda. Além disso, o futuro camelódromo vai melhorar nossa situação em relação à segurança, questão de infraestrutura mesmo, porque não temos banheiro ou algum sistema de ventilação", disse Madalena.
Um vendedor que preferiu não se identificar com medo de represálias, disse que as pessoas só comercializam nas calçadas com autorização dos donos das lojas.
"Nenhuma banca aqui é legalizada, apenas alguns pontos fixos foram cadastrados por aqui. A gente só fica nas calçadas vendendo se conseguir a autorização dos donos dos empreendimentos, se eles não liberarem, ninguém fica. A gente ouviu alguma coisa sobre o camelódromo, mas não sabe se a obra vai sair de verdade, como vai ser feito o cadastro", explicou o vendedor.
Segundo o titular da Secretaria de Desenvolvimento Territorial e Meio Ambiente de Mossoró (Sedetema), Alexandre Lopes, foi enviado para a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) uma proposta de doação de um terreno para a construção do futuro camelódromo.
"No momento fizemos um pré-projeto do camelódromo. Estamos aguardando um posicionamento da Uern, para definirmos o local da construção e a partir daí definir o projeto. Caso seja positiva a resposta da Universidade, o espaço vai beneficiar cerca de 250 profissionais", destacou o secretário.
Fonte: Redação do Jornal O Mossoroense
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