sábado, 13 de janeiro de 2018

E AGORA ?

Secretária de Educação do RN abre processos e diz que dezenas de professores podem ser demitidos

Cláudia Santa Rosa usou rede social para revelar que professores estão pagando até R$ 1.000 para que outras pessoas os substituam.

A Secretaria de Educação do Rio Grande do Norte abriu processos que podem levar à demissão dezenas de professores da rede pública de ensino. A informação foi divulgada pela própria titular da pasta, Cláudia Santa Rosa. Em uma rede social, na noite desta sexta (12), ela disse que há casos de professores que estão pagando de R$ 800 até R$ 1.000 por mês de trabalho para que outras pessoas os substituam. "Grave, gravíssimo!", ressaltou.
Secretária usou rede social para divulgar a abertura 
dos processos de demissão 
(Foto: Facebook/Cláudia Santa Rosa)

Ainda de acordo com a secretária, este tipo de conduta estaria ocorrendo há anos. Ela acrescentou que os processos também incluem professores ainda em estágio probatório e outros servidores da Seec. "Com a conivência de gestores (também responderão com as mesmas chances de demissão) e dos que trabalham nas respectivas escolas, esses professores pagam entre R$ 800,00 e 1.000,00 por um mês de trabalho para pessoas os substituirem, por meses e anos", relatou.

“Neste momento, preferimos não dar nomes nem números. Esperamos é que estes erros sejam corrigidos”, disse Cláudia Santa Rosa ao G1.

Ainda de acordo com a secretária, na segunda-feira (15) um memorando será enviado para todas as 610 escolas da rede estadual. “Até o dia 25 de janeiro, cada diretor terá que me garantir que nas escolas em que atuam não há casos semelhantes, sob pena de serem coniventes”, concluiu.


Por G1 RN
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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

SERÁ????

Secretária de Educação denuncia que professores pagam para outros o substituírem
Crédito da foto: Arquivo
Secretária de Educação do RN, Cláudia Santa Rosado, faz grave denúncia

Professores da rede pública estadual do Rio Grande do Norte estariam pagando outros para o substituírem nas aulas. A denúncia foi tornada pública pela própria secretária de Educação do RN.

Através de postagem em conta pessoal no Facebook nesta sexta-feira (12), Cláudia Santa Rosa relatou a situação. Intitulado de "Manhã Triste - nem tudo são flores", a secretária contou que hoje teve de autorizar o prosseguimento e/ou abertura de dezenas de processos que podem resultar em demissão de professores.

Ela explicou que com a conivência de gestores - que também poderão ser penalizados - e de colegas de trabalho, professores estariam pagando entre R$ 800 e R$ 1000 por um mês de trabalho para outros o substituírem. "Grave, gravíssimo!", escreveu. "Estou divulgando para que a população tome conhecimento e, se há outros casos, os envolvidos corrijam em tempo", acrescentou a postagem.

A secretária lembrou ainda na publicação que o país está imerso em investigações de corrupção e lesão dos bens públicos. "Lamento!", continuou ela, concluindo a postagem com a hastag #EuAcreditoNaEscolaPública.



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A CRISE DO RN

Enfrentando crise financeira, Governo do RN suspende concursos das polícias
Crédito da foto: Arquivo
Efetivo da Polícia Militar não atende as necessidades 
de segurança do Rio Grande do Norte

Os concursos para a Polícia Militar e para a Polícia Civil do Rio Grande do Norte foram suspensos e não têm previsão de serem realizados. De acordo com a Secretaria de Administração e dos Recursos Humanos do Estado (Searh), o concurso da Polícia Civil não vai acontecer por falta de previsão orçamentária e o da PM não tem data para acontecer porque o processo está aguardando definição por parte do governo.

A Searh diz que não há como criar novas vagas para o quadro Estado diante das dificuldades orçamentárias vividas atualmente pelo Governo.

Desde o ano passado, o Poder Executivo do RN tem tido dificuldades para pagar a folha de pessoas, o que tem gerado protestos entre diferentes categorias de servidores.

Com relação ao concurso para a área da Saúde, que teve edital lançado na semana passada, não há alteração. Ainda segundo a Searh, o certame servirá para substituir por servidores os cargos que atualmente são ocupados por profissionais de cooperativas, terceirizados. De acordo com a Secretaria, em alguns casos a substituição gera economia ao Estado.

Concurso PM e Civil

O governo do Rio Grande do Norte publicou na edição do dia 5 de dezembro de 2017 do Diário Oficial do Estado um Termo de Dispensa de Licitação referente ao concurso público que seria realizado ainda este ano para praças da Polícia Militar. Hoje, segundo a própria PM, existe um deficit de 5.792 policiais militares no estado. A expectativa era de que o concurso preenchesse mil vagas.

Em março do ano passado, o Governo anunciou concurso para preenchimento de 142 vagas na Polícia Civil, sendo 25 vagas para delegado, 106 vagas para agente e 11 vagas para escrivão de polícia.


Do G1 - RN

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FEBRE AMARELA - O BRASIL E O BOTÃO DE ALERTA LIGADO

Febre amarela volta a pôr Brasil em alerta

Há poucos meses, governo havia dado maior surto em décadas como encerrado. Mas novas mortes assustam população, e até 20 milhões devem ser vacinados. Há risco de "reurbanização" da doença?O registro de novas mortes decorrentes da infecção pelo vírus da febre amarela em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais assustaram a população neste início de ano. Em agosto do ano passado, o Ministério da Saúde havia dado como encerrado o maior surto da doença no país desde 1980.

O mosquito Aedes aegypti, que transmite a febre amarela no meio urbano
Foto: DW / Deutsche Welle

O número de mortes em São Paulo subiu de 13 para 21 nesta sexta-feira (12/01), ao menos sete delas em 2018. O Rio detectou dois novos casos, um deles com óbito, e Minas Gerais confirmou nove mortes pela doença desde o fim do ano passado.

Cerca de 20 milhões de pessoas deverão ser vacinadas contra a doença a partir de fevereiro em Rio de Janeiro, Bahia e São Paulo, como forma de evitar a propagação do vírus em lugares que, até então, não possuíam recomendação para a vacinação.

Especialistas ouvidos pela DW Brasil dizem que o aumento de casos no verão já era esperado, pela característica sazonal da doença. Com a elevação da temperatura e dos índices pluviométricos, estão dadas as condições para que os mosquitos transmissores se reproduzam, assim como acontece com a dengue.

Num período em que muitas pessoas das grandes cidades tiram férias e viajam para regiões rurais, o risco de uma transmissão urbana não está descartado por autoridades e pesquisadores. O contágio da doença nas cidades não é observado no país desde 1942.

Coordenador de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Renato Alves diz que o governo trabalha com essa possibilidade somente no campo teórico, sem considerá-la provável.

"Embora, esporadicamente, pessoas que não estão vacinadas se exponham às áreas de mata, como nos casos observados em São Paulo, grande parte do contingente populacional urbano tem uma cobertura vacinal boa, o que oferece uma proteção maior. Além disso, todo o trabalho de controle feito nas doenças transmitidas pelo Aedes aegypti se intensifica no verão. Essas situações nos dão uma segurança muito grande", afirma.

Professor emérito da Universidade de Brasília (UnB), o médico epidemiologista Pedro Luiz Tauil também considera remotas as chances do que chama de "reurbanização" da doença. Entretanto, diz que os casos registrados em São Paulo nas últimas semanas acendem um alerta.

"São casos terríveis, de pessoas que estão vindo para as cidades. Nelas, o vírus pode estar ainda no sangue circulante, entre o início dos sintomas e o terceiro ou quarto dia, quando é transmissível para o [mosquito] Aedes aegypti. O mesmo vale para pessoas das áreas rurais que vêm às zonas urbanas em busca de tratamento médico. Por isso, todos devem estar vacinados", alerta o especialista.

Vacina fracionada ou vacina completa?

Para conter a expansão do vírus, o Ministério da Saúde comunicou, nesta semana, que as vacinas seriam oferecidas à população em doses fracionadas nas regiões onde há alto risco de contaminação da doença. Enquanto a dose padrão leva 0,5 ml de soro e protege o paciente para o resto da vida, esta contém apenas 0,1 ml e seu efeito dura cerca de oito anos.

A medida foi adotada pela primeira vez durante as epidemias de febre amarela na República Democrática do Congo e em Angola, em 2016. Nos dois países, a oferta de doses fracionadas da vacina permitiu a interrupção da epidemia.

O professor da UnB aprova a escolha do Ministério da Saúde. Mas destaca que só deve ser empregado em caráter excepcional e ressalta a importância de a vacinação ser mantida nos períodos em que o vírus não representar ameaças à população.

"O Brasil é o maior produtor de vacina contra a febre amarela no mundo. Mas, mesmo em nível global, não existem vacinas suficientes para atender a toda a população brasileira. Se houver disponibilidade, deve-se dar preferência para a vacina completa, porque a duração do efeito já foi testada. No caso da dose fracionada, esse tempo ainda precisa ser confirmado", explica.

Mantendo a vigilância

Entre dezembro de 2016 e junho de 2017, foram confirmados 777 casos e 261 mortes por febre amarela no país. Foi o surto com o maior número de casos em humanos desde 1980.

Na época, houve muita especulação em torno das possíveis motivações para um repentino aumento do número de infectados pela doença. Chegou a ganhar força a hipótese de que a causa principal fosse o desastre ambiental de Mariana, em Minas Gerais, pelo desequilíbrio ambiental que gerou. Nem esta nem as outras teorias foram comprovadas cientificamente.

Fato é que o nível de vacinação não passava de 60% na região do surto, chegando a menos de 20% em alguns municípios. A recomendação é de 90% para áreas de risco. Para o coordenador do Ministério da Saúde, um conjunto de fatores pode ajudar a explicar o quadro de surto do ano passado.

"Eu destacaria as condições ambientais como o principal, pois favorece tanto a ocorrência do vetor como a dispersão do vírus entre os primatas na região silvestre. Além disso, quando a gente passa por um período longo sem surtos, como o que aconteceu desde 2008, há um fenômeno de relaxamento da população em procurar a vacina. Nosso grande desafio é manter esse alerta".

Detecção antecipada

Na quinta-feira (11/01), foi confirmado que os 86 macacos bugios que habitavam o Horto Florestal, parque da Zona Norte de São Paulo, morreram pela aparição do vírus no local, detectada em outubro do ano passado. Renato Alves explica que não há, hoje, um mecanismo que possibilite evitar a circulação do vírus nos primatas.

"A vigilância no macaco tem o objetivo de antecipar a circulação do vírus e poder vacinar pessoas. Temos trabalhado em conjunto com os órgãos ambientais, que têm os olhos voltados para as populações de primatas. Assim, pretendemos detectar mais precocemente essa ocorrência", diz.

Especializado no aspecto clínico da febre amarela, o pesquisador do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz) André Siqueira reforça a importância de os serviços de saúde estarem estruturados para um diagnóstico mais minucioso dos pacientes nessas condições.

"Deve-se aumentar o índice de suspeição sobre deslocamentos para áreas silvestres e ter uma abordagem mais detalhista na parte ambulatorial, especialmente com relação ao acometimento dos rins e do fígado. Um grande gargalo é a disponibilidade de testes diagnósticos rápidos. Ainda não temos uma disponibilidade boa, o que limita a rapidez do tratamento", conta.


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A FEBRE AMARELA EM SÃO PAULO/SP

São Paulo tem 21 mortes e 40 casos de febre amarela, desde janeiro de 2017

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Imagem/blog NASERRA
Vinte e uma pessoas morreram em decorrência da febre amarela no estado de São Paulo desde janeiro de 2017. O último balanço da Secretaria de Estado da Saúde, divulgado hoje (12), indica também 40 casos confirmados da doença. O balanço anterior indicava 29 casos confirmados, com 13 mortes.

Em relação a mortes e adoecimento de primatas, como macacos e bugios, foram 2.491 casos desde julho de 2016, sendo que a febre amarela foi confirmada em 617 animais. Mais de 61% desses registros ocorreram na região de Campinas.

As mortes ocorreram nos municípios de Américo Brasiliense, Amparo, Atibaia, Batatais, Itatiba, Jarinu, Mairiporã, Monte Alegre do Sul, Nazaré Paulista, Santa Lúcia e São João da Boa Vista. Os demais casos de infecção foram registrados em Águas da Prata, Américo Brasiliense, Amparo, Atibaia, Caieiras, Campinas, Itatiba, Jundiaí, Mairiporã, Mococa/Cassia dos Coqueiros, Santa Cruz do Rio Pardo e Tuiti.

Campanha

Uma campanha inédita de vacinação terá início no dia 3 de fevereiro em 53 municípios paulista. O objetivo é proteger moradores que residem em locais ainda não alcançados pelo vírus da doença, mas que estão mais propensos por estarem próximos a região de mata. A expectativa é vacinar cerca de 6 milhões de pessoas.

Segundo a secretaria da Saúde, pessoas que moram em local ainda não alcançado pelo vírus e que não vão viajar para áreas consideradas de risco devem aguardar o início da campanha para tomar a vacina. Quem for viajar, deve tomar a vacina dez dias antes do deslocamento.

A vacina a ser ofertada na campanha é do tipo fracionada que tem eficácia de oito anos. Quem já foi vacinado com a dose integral da vacina, mesmo que há muito tempo, não precisa do reforço. A modalidade fracionada somente será aplicada a partir de agora, em função do aumento dos casos. Ela terá um selo especial nas carteiras de vacinação.


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