quarta-feira, 11 de outubro de 2017

CAMPANHA ANTIRRÁBICA 2017



Sesap prorroga vacinação antirrábica no RN; a região do Alto Oeste atingiu apenas 61,43% de cobertura


Somente 43 dos 167 municípios do Estado (25.74%) atingiram a meta da cobertura vacinal mínima de 80% proposta pelo Ministério da Saúde. O número ainda pode ser ampliado, visto que 46 municípios não atualizaram os dados no sistema após o dia “D” realizado no dia 7 de outubro. Por essa razão, a Campanha de Vacinação Antirrábica Canina e Felina será prorrogada até o dia 3 de novembro.

A data está sendo considerada como o prazo final para inclusão dos dados no SI-PNI, quando a campanha será finalizada. A atual situação epidemiológica da raiva no RN aponta para 16 animais diagnosticados laboratorialmente positivos para a doença, por esse motivo a Secretaria Estadual de Saúde (SESAP) reforça a importância de uma boa cobertura vacinal para evitar casos de raiva humana transmitida por cão ou gato. Outro lembrete da Sesap é que mesmo com o fim da campanha, a vacina continua disponível para os animais nos centros de controle de zoonoses ou secretarias municipais de saúde.

Na 6ª Região de Saúde, que é composta por 37 municípios do Alto Oeste do RN e cuja meta estimada é vacinar 63.341 animais, sendo 42.033 cães e 21.308 gatos, a cobertura atingida até o momento, segundo planilha emitida nesta quarta-feira, 11, é de 61,43%. Nesse universo, apenas oito cidades atingiram o alvo, com destaque para Martins com 90,14%. O pior índice é de Francisco Dantas com 11,06%. 

FONTE
 VI URSAP
Pau dos Ferros/RN 

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SÓ FALTAVA ESSA!!!!!!!

 Golpe do FGTS no WhatsApp atinge mais de 135 mil cliques


Nesta semana, um novo golpe relacionado à liberação do saque das contas inativas do FGTS está circulando pelo aplicativo Whatsapp. Após diversos outros crimes virtuais relacionados ao tema, esta nova fraude utiliza informações de uma falsa notícia sobre um pagamento retroativo de FGTS de R$1.760, que está sendo massivamente veiculada nas redes sociais. 

Após informar os dados pessoais, o usuário é orientado a compartilhar a informação com 5 amigos no WhatsApp para ter acesso à lista de confirmação para o recebimento do benefício. Apesar das diversas divulgações sobre golpes que envolvem o saque do FGTS, a atual campanha já atingiu a marca de mais de 135 mil cliques. 

Para tornar o ato mais realista, os criminosos também mostram falsos usuários e comentários no Facebook, mesmo a vítima não realizando o login na rede social. 




A fraude é praticamente idêntica às campanhas utilizadas anteriormente, considerando que é focada na quantidade de cliques realizados pelas vítimas, e que podem envolver plataformas de publicidade ou até mesmo a inscrição em serviços premium. 

Os cibercriminosos se preocuparam em impedir a análise do código. No entanto, ao acessar a página por meio de um navegador de desktop e, em seguida, clicar com o botão direito do mouse (para “ver o código da página” ou mesmo para salvá-la), automaticamente é apresentada a mensagem: “Desculpa, mas por questão de segurança você não pode copiar o conteúdo”. 

Ao tentar analisar o código do site, acessando a página por meio do WhatsApp Web, também é possível observar que ao abrir o modo de desenvolvedor (ou seja, apertando a tecla F12) aparece a seguinte mensagem: “NÃO FOI DESSA VEZ  BABACA”. 

Apesar do esforço para dificultar a análise, essa proteção pode ser contornada simplesmente desabilitando o Javascript da página. 

Além disso, os cibercriminosos não desabilitaram a listagem de arquivos do site, o que permite ver a utilização de uma versão antiga de Apache, que possui uma série de exploits conhecidos publicamente. 

Dicas de segurança 

Como sempre, a regra de ouro é: “para estar seguro, mantenha-se atento. Não clique e nem mesmo abra mensagens suspeitas. Além disso, para proteger seus amigos e parentes, não compartilhe publicações deste tipo. Mesmo não realizando a propagação de um malware, esses ataques podem causar prejuízos financeiros às vítimas”, explica Cassius Puodzius, Security Researcher da ESET América Latina. 

Para finalizar, utilize uma solução de segurança que seja capaz de bloquear possíveis URLs maliciosas em seu dispositivo móvel. Estas ferramentas também geram alertas para casos de phishing, que têm se tornado recorrentes e utilizam técnicas como a Engenharia Social, como forma de propagação.



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Aparecida o milagre - Filme completo




segunda-feira, 9 de outubro de 2017

VACINAÇÃO ANTIRRÁBICA - MARTINS/RN

Prefeitura atinge meta de vacinação antirrábica




No sábado dia 7, a Prefeitura de Martins, através da Secretaria Municipal de Saúde, realizou mais um dia “D” de Vacinação de cães e gatos em vários pontos na cidade. A vacinação continuará até o final do mês de Outubro.

“A vacinação antirrábica é, ainda hoje, a única forma de prevenção contra a raiva”, destaca Eloízo Duarte - responsável pelo setor de endemias.

Em Martins, o setor de endemias concluiu, até agora, que mais de 90% dos cães e 82% dos gatos receberam a vacina contra a doença, dessa forma, atingiram a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Transmitida por meio da saliva dos animais contaminados, a raiva é passada, principalmente, pela mordida dos animais doentes – sejam eles gatos ou cães. Nos cachorros e no homem, o vírus da doença pode permanecer encubado por até 2 meses antes que os seus sintomas (também bastante similares) comecem a aparecer; sendo que nos gatos, a doença destaca sinais diferenciados, mas não menos agressivos.


Assessoria de Comunicação Social

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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

OS IRMÃOS BATISTA BLOQUEIADOS

Justiça bloqueia bens e valores de toda a família Batista

O juiz federal Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, determinou nesta sexta-feira o bloqueio de bens e valores de 21 pessoas físicas e jurídicas ligadas à família Batista, que comanda a holding J&F, afirmou o advogado do grupo à Reuters , Ticiano Figueiredo.

Foto: EFE
A assessoria de imprensa da Justiça Federal do Distrito Federal ainda não confirmou oficialmente a decisão tomada por Ricardo Leite.

Segundo o advogado, o bloqueio decretado pela Justiça Federal do DF supera R$ 1 bilhão e teria como objetivo supostamente ressarcir prejuízos futuros referentes a operações do grupo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), investigadas pela operação Bullish. A medida atinge os irmãos Joesley e Wesley Batista.

Figueiredo disse que o magistrado tomou a decisão de bloquear os bens com base no fato de que, conforme notícias veiculadas na imprensa, ter havido a rescisão do acordo de delação premiada de integrantes do grupo.

Contudo, Figueiredo protestou contra a decisão e anunciou que vai recorrer ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para reverter a indisponibilidade dos bens. "A decisão é um completo absurdo", criticou.

Segundo o advogado, ainda não há uma decisão final sobre a rescisão do acordo de delação premiada de executivos do grupo - de fato o Supremo Tribunal Federal ainda não deu uma palavra final - e que Wesley Batista não teve qualquer pedido de anulação do seu acordo de colaboração.

Figueiredo disse à Reuters que deverá apresentar ainda nesta sexta recursos para reverter a decisão no TRF-1. Ele disse que o tribunal já havia suspendido uma decisão anterior, também de Ricardo Leite, referente ao bloqueio de bens nessa mesma investigação.

Em nota, a assessoria de imprensa da J&F, holding que controla a JBS, classificou a decisão de Ricardo Leite de "juridicamente frágil".

"A decisão do juiz causa perplexidade ao atingir não apenas os empresários e seus familiares, mas milhares de funcionários do grupo", afirma a nota.

"Por fim, a decisão de exigir o contingenciamento de R$ 1,6 bilhão para pagamento ao BNDES é injustificável, uma vez que a multa prevista no acordo da J&F já prevê que R$ 1,7 bilhão será canalizado para o banco estatal."

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FALSIDADE IDEOLÓGICA DE UM LADRÃO

Recibos de aluguel apresentados por Lula são falsos, diz MPF

A força-tarefa da Lava Jato no Paraná afirmou ao juiz Sérgio Moro que, "sem margem à dúvida", uma série de recibos apresentados pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva são "ideologicamente falsos".

Foto: Reuters
Os procuradores pediram autorização ao juiz para realizar uma perícia para apurar as circunstâncias da confecção dos recibos.

"Sem margem à dúvida que os recibos juntados pela defesa de Luiz Inácio Lula da Silva são ideologicamente falsos, visto que é simulada a relação locatícia representada pelo engendrado contrato de locação", disseram os procuradores em manifestação a Moro.

Os 26 recibos se referem ao pagamento de aluguel de um apartamento em São Bernardo do Campo, no mesmo prédio em que o presidente possui um imóvel. O período dos documentos abrange fevereiro de 2011 a novembro de 2015.

O Ministério Público Federal acusa o presidente de nunca ter efetivamente pago o aluguel neste período e que os custos do imóvel, usado como extensão da casa do ex-presidente, foram bancados de forma simulada pela empreiteira Odebrecht como forma de propina. O apartamento estava no nome do engenheiro Glaucos da Costamarques, apontando como laranja de Lula e da Odebrecht.

O caso do apartamento e de mais um terreno que também teria sido passado pela Odebrecht de forma dissimulada ao Instituto Lula renderam ao ex-presidente uma ação penal em Curitiba por suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A expectativa é que Moro decida sobre o caso nas próximas semanas, o que pode resultar numa segunda condenação de Lula.

Segundo o MPF, não houve movimentação financeira por parte de Lula que comprovasse que o pagamento dos aluguéis foi real. Os recibos foram entregues em setembro pela defesa do ex-presidente. À época, a imprensa destacou que dois deles apresentavam datas inexistentes no calendário (31 de junho e 31 de novembro).

Costamarques disse em depoimento a Moro que nunca recebeu qualquer valor no período indicado nos recibos e que não foi o responsável pela emissão deles. Segundo ele, os documentos foram fornecidos por um contador indicado por Roberto Teixeira, amigo de Lula, que pediu para que o engenheiro assinasse todos os documentos de uma vez, em dezembro de 2015.

A perícia dos documentos vai ficar a cargo da Polícia Federal.

Em nota, o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula no processo penal, afirmou que "o questionamento do MPF é uma tática ilusionista de quem não conseguiu provar que valores provenientes de contratos da Petrobras beneficiaram o ex-presidente Lula". Segundo Zanin, a realização de perícia nos recibos "irá demonstrar que eles são idôneos e que foram assinados pelo proprietário do imóvel".

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