quarta-feira, 1 de julho de 2015

LÂMPADAS INCANDESCENTES ESTÃO FORA DE LINHA


Venda de lâmpadas incandescentes de 60w está proibida a partir de hoje 

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Imagem Ilustrativa/blog NASERRA
A partir desta quarta-feira (1º), as lâmpadas incandescentes com potência de 60W vão sair de circulação. Agora é proibido produzir, importar e vender este tipo de lâmpada no Brasil. As multas para quem descumprir a regra variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão, segundo o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

O motivo da retirada do produto do mercado é sua baixa eficiência energética, já que consome muita energia para iluminar pouco. O processo de funcionamento das chamadas lâmpadas quentes exige temperaturas elevadas para gerar luz. A maior parte desse calor é perdido para o ambiente. “Somente 5% da energia gasta é usada para iluminação. O resto é usado para aquecer a lâmpada. É muita energia para pouca luz”, esclarece o professor de engenharia elétrica, Luciano Duque.

Para Duque, o maior obstáculo para a troca por tecnologias mais eficientes, como as lâmpadas fluorescentes compactas ou as de LED, ainda é o preço. “É possível encontrar lâmpadas de LED a partir de 20 reais. “Se você comparar com uma incandescente de 4 reais, realmente a diferença é muito grande, mas a economia na conta de luz vale a pena”.

O engenheiro Marcos Borges afirma que a previsão do Inmetro é que, com a saída das lâmpadas de 60W do mercado, e o início da produção em larga escala de lâmpadas fluorescentes e de LED, a tendência é que os preços caiam. Nos últimos anos a população tem se conscientizado sobre a questão, por causa das desvantagens da outra. “Em 2010, 70% dos lares brasileiros eram iluminados por lâmpadas incandescentes. Hoje, esse número inverteu. Agora, somente 30% das residências usam as incandescentes.”

Segundo Borges, o fim do consumo de lâmpadas incandescentes nas casas brasileiras pode gerar uma economia de 4% de toda a energia elétrica usada para abastecer residências. A previsão do Inmetro é que, com a saída das lâmpadas de 60W do mercado, e o início da produção em larga escala de lâmpadas fluorescentes e de LED, a tendência é que os preços caiam.

Para as famílias que não têm condições de trocar todas as lâmpadas incandescentes de uma só vez, o professor Duque tem uma dica: trocar aos poucos, de acordo com o orçamento familiar, a começar pelo cômodo da casa que fica mais tempo aceso. “A cada lâmpada trocada, a família vai ver a economia na conta de luz”. A troca de uma lampada de 60W incandescente por uma de LED com luminosidade equivalente, ligada 4h por dia, vai economizar em média 36 reais por ano na conta da luz, informou.

O processo de retirada de lâmpadas incandescentes do mercado brasileiro teve início em 2010. Desde então, as lâmpadas incandescentes de 100W, 150W e 200W já foram retiradas do mercado. Com a proibição das de 60W, ficam faltando apenas as de potência entre 25W e 40W, previstas para deixarem de ser comercializadas em 30 de junho de 2016.

Se comparada a tecnologias mais modernas, como as lâmpadas fluorescentes compactas e as de LED, o uso das incandescentes não se justifica, explica o professor de engenharia elétrica. Uma lâmpada incandescente de 60W, ligada 5h por dia, por 30 dias, consome em média 9kw/h. Uma fluorescente de 20w, que gera a mesma intensidade de luz, ligada pelo mesmo tempo, consome 3,6kw/h. Uma lampada de LED de 8W, também ligada por 5h por 30 dias, consome 1,2 KW/h.”, destaca.

O Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) informa que a diferença de duração das lâmpadas é grande. Segundo o Procel, as incandescentes duram em média 1000 horas, as fluorescentes 6 mil horas e as de LED duram cerca de 25 mil horas.


Agência Brasil


FONTE
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EXAMES LABORATORIAIS

EM MARTINS/RN
EXAMES LABORATORIAIS
Dr. FRANCISCO DAS CHAGAS DE OLIVEIRA


FARMACÊUTICO/BIOQUÍMICO

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quinta-feira, 25 de junho de 2015

CONCURSO PÚBLICO 2015

Prefeitura finaliza processo de contratação da UFRN/COMPERVE (Concurso Público)



A Prefeitura de Martins finalizou no último dia 19 de Junho de 2015 o processo de contratação da UFRN/COMPERVE.

O processo foi conduzido pela Comissão de Licitação, através da Dispensa n.º 12/2015, que teve como objeto principal a prestação de serviços técnico-especializados, com a finalidade de elaboração, organização, planejamento e execução plena na realização do concurso público para provimento de vaga em diversos cargos efetivos da administração pública municipal, em todas as suas etapas, conforme quadro de vagas integrante do quadro efetivo de pessoal da Prefeitura de Martins.

O valor dos serviços da COMPERVE foi orçado em R$ 114.292,62 (Cento e quatorze mil, duzentos e noventa e dois reais e sessenta e dois centavos).

Em breve será divulgado o calendário das atividades do concurso como também os nomes dos integrantes da Comissão de Acompanhamento dos trabalhos relativos à seleção de pessoal.

É importante lembrar ainda que o processo foi deflagrado pela modalidade Dispensa de licitação em razão da Universidade Federal do Rio Grande do Norte ter apresentado a proposta de preços dentre dos valores praticados no mercado, como também por ser instituição brasileira incumbida regimental ou estatutariamente da pesquisa, do ensino e do desenvolvimento institucional, detendo inquestionável reputação ético-profissional, e sem fins lucrativos, de acordo com o artigo 24, inciso XIII, da Lei n.º 8.666/93.

Mais transparência, mais eficiência no serviço público. Esse é o Governo do Povo trabalhando na melhoria da gestão!




Assessoria de Comunicação Social


FONTE
http://martinsdopovo.blogspot.com.br/


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DE VOLTA AOS SEUS POSTOS

Decretos fixam 30 dias para a devolução de servidores

A partir de hoje, os policiais militares e bombeiros que estão cedidos pelo Estado a outras instituições terão 30 dias para retornar aos seus comandos de origem, ou serem absorvidos pelas repartições onde estão alocados. O decreto estadual nº 25.303 está publicado na edição desta quinta-feira (25) do Diário Oficial do Estado. Atualmente, 250 militares estão cedidos a outras repartições publicas, representando um ônus de R$ 1 milhão ao Estado. Em outro decreto publicado hoje, o Executivo também determina que servidores da saúde cedidos que não desempenham funções junto ao Serviço Único de Saúde (SUS), retornem à Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap).

Júnior Santos
Tatiana Cunha disse que os Poderes devolvem o efetivo
 ou vão ter que bancar o custo dos servidores

Ambos os decretos foram assinados ontem (24) pelo governador do Estado, Robinson Faria, antes deste partir em viagem para a Argentina. Até sábado (27), o Estado do Rio Grande do Norte estará sob a tutela do governador em exercício, Fábio Dantas.

De acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed), os militares estão cedidos à Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público, Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte e Municípios. Embora os militares não desempenhem suas funções-fim – ou seja, o policiamento ostensivo, de rua –, o salário é custeado pelo órgão de origem, seja o Comando da Polícia Militar ou do Corpo de Bombeiros. O peso deste custeio chega a R$ 1 milhão/mês, de acordo com a secretária estadual de segurança pública, Kalina Leite. Além do salário, os militares cedidos também recebem gratificações pagas pelos órgãos onde estão alocados.

Segundo a secretária-chefe do Gabinete Civil, Tatiana Mendes Cunha, a determinação já havia sido discutida pelo governador em reunião com os Poderes. Nos encontros, o governador teria deixado claro que ou os Poderes devolvem o efetivo, ou teriam que bancar com o custo do serviço.

“Foi uma atitude de coragem do governador”, ressaltou Tatiana. “Nas reuniões com os Poderes o governador anunciou que essas medidas seriam tomadas. Nós estamos dando esses 30 dias para que eles adequem suas necessidades, substituindo por segurança privada, ou então se preparem para arcar com o ônus”, asseverou a chefe do Gabinete civil. Questionada se a absorção dos servidores não resultaria em aumento dos repasses do Tesouro Estadual aos Poderes – o duodécimo –, ela acrescentou que cada instituição deverá se adequar ao orçamento que possui. Alguns órgãos, como o TCE, já têm calculado o impacto: na corte de contas, a absorção de 17 militares resulta em um acréscimo de R$ 89 mil/mês à folha salarial.

Não há expectativa, inicialmente, de que o Executivo amplie o prazo de adequação para mais de 30 dias. De acordo com Tatiana Mendes Cunha, a decisão, além de assegurar uma economia de pessoal para o estado, também melhora a eficiência dos serviços prestados. Hoje, por exemplo, o Estado enfrenta uma “lacuna” de mais de 5 mil homens no efetivo da Polícia Militar.

“Isso melhora o nossa eficiência. Estamos prestando um melhor serviço à população e , em compensação, não estamos gastando mais com pessoal. Não é só uma questão econômica, mas de atendermos a necessidade dessas pessoas, há uma necessidade destes profissionais”, acrescenta.

Adequação

No segundo artigo, o decreto especifica que “a Polícia Militar e os Bombeiros, através dos seus comandantes providenciarão o retorno, aos quadros da Corporação por eles dirigidos, dos servidores militares que se encontrem em situação prevista no artigo anterior, nos 30 dias contados da publicação deste Decreto, expedindo, para tanto, as devidas notificações”. 

Por meio de assessoria de comunicação, o comandante da Polícia Militar, coronel Ângelo Dantas, informou que “não foi oficialmente notificado” sobre a decisão do governador. Já o comandante do CBM, coronel Otto de Brito Guerra, disse que só poderia se pronunciar sobre o assunto hoje (25), mas adiantou que alguns militares já foram devolvidos.



Por
Nadjara Martins
Repórter


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