Uma das chaves para entender o motivo da queda é saber o que aconteceu depois que o piloto arremeteu o pouso por causa do mau tempo.
Guilherme Dionizio/Folhapress
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Local da queda do jato de Eduardo Campos |
A investigação do acidente que matou o candidato à presidência Eduardo Campos e mais seis pessoas pode levar mais de um ano. Além da Aeronáutica, técnicos estrangeiros das empresas que fabricaram o avião e as turbinas vão analisar os destroços para tentar apontar as causas da tragédia ocorrida em Santos, no litoral de São Paulo, na última quarta-feira (13).
Novas imagens do momento da queda do avião foram divulgadas. Eram exatamente 9h58 da manhã da última quarta-feira quando a explosão foi registrada por câmeras de segurança de casas e prédios vizinhos ao local da tragédia.
Neste fim de semana, técnicos canadenses e americanos estiveram na cidade litorânea, onde visitaram imóveis e fizeram registros aéreos da região atingida pelo avião.
A presença de peritos estrangeiros atende à uma determinação internacional, que prevê em apurações de acidentes aéreos a participação de representantes da agência de investigação do pais fabricante da aeronave e do país onde o motor foi produzido.
Uma das chaves para entender o motivo da queda é saber o que aconteceu depois que o piloto arremeteu o pouso por causa do mau tempo. Para dificultar ainda mais o trabalho, o áudio da cabine não foi gravado e os dados extraídos da caixa preta pertenciam a um voo anterior.
Os pilotos eram considerados experientes e acumulavam mais de 1500 horas de voo em jatos executivos, como o Cessna Citation usado pela campanha de Campos.
Da redação, Portal Band
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