Análises de amostras dão negativas e melancia potiguar é ‘inocentada’

A boa notícia foi repassada, na última quarta-feira, 14, pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, ao presidente do Comitê Executivo de Fitossanidade do Rio Grande do Norte (COEX), Francisco Cipriano Segundo de Paula, durante encontro em Brasília/DF. "O resultado oficial ainda não foi enviado, mas o ministro adiantou a informação pessoalmente", relatou Segundo Paula.
O ministro prometeu divulgar os resultados das análises em nível nacional e internacional, já que o assunto extrapolou as fronteiras do estado, sendo divulgado na Europa e nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.
Segundo Paula destacou que o resultado negativo já era esperado em razão do processo produtivo empregado nas fazendas, que priva pela qualidade e pelos cuidados sanitários com as frutas. "Além disso, a acusação britânica era descabida, considerando que a melancia sai e chega ao exterior inteira", acrescentou. O MAPA, o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN (IDEMA/RN) e os produtores sustentaram desde o começo que a contaminação deveria ter ocorrido já em solo europeu durante o manuseio do alimento, seja no corte ou na embalagem. "O importante é que está tudo esclarecido", pontuou Segundo Paula, acrescentando acreditar que não haverá prejuízos para o comércio de frutas do RN em virtude da acusação britânica.
O Reino Unido é um dos principais parceiros econômicos do estado, sendo o terceiro maior exportador de Mossoró, totalizando 11 milhões de dólares em compras no ano de 2011, especialmente frutas, atrás apenas dos Estados Unidos (30,9 milhões de dólares) e Holanda (14,8 milhões de dólares).
Fonte: Da Redação do Jornal DeFato.com
MAGNOS ALVES
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