terça-feira, 24 de agosto de 2021

sábado, 8 de fevereiro de 2020

HOT-BURGER DO DIOGO

ATENÇÃO AMANTES DE UMA BOA DEGUSTAÇÃO




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OS GAROTOS DO NINHO

Torcedores do Flamengo expõem camisas pelo Rio com nomes das vítimas do incêndio

Um varal com 10 camisas com o nome de cada uma das vítimas foi estendido em lugares simbólicos do RJ

A ação foi realizada pelo grupo Flamengo da Gente, no Rio de Janeiro 
(Foto: Reprodução/Flamengo da Gente)

Um grupo de torcedores espalhou camisas do Flamengo em vários pontos do Rio de Janeiro em homenagens aos dez meninos que morreram no incêndio de grandes proporções no Ninho do Urubu. A tragédia completa um ano neste sábado.

O ato foi realizado pelo "Flamengo da Gente". O grupo colocou um varal com 10 camisas, cada uma com o nome de uma vítima, perto de lugares simbólicos do Rio, como a sede do Flamengo, o Ministério Público, o Maracanã e a 42ª DP, no Recreio, responsável pela investigação do caso.

O grupo, composto por conselheiros, sócios e torcedores do Flamengo, busca preservar a memória dos jovens mortos nos contêineres que foram consumidos pelo fogo. Também cobra o clube por celeridade na negociação pela indenização às famílias e pressiona as autoridades por punição aos responsáveis.

Aberto em fevereiro do ano passado, o inquérito que apura as causas e os culpados pelo incêndio foi concluído pela Polícia Civil do Rio e remetido ao Ministério Público do Estado nesta sexta-feira. Foram mantidos os oito indiciamentos apontados ainda em junho. Entre os indiciados está Eduardo Bandeira de Mello, ex-presidente do Flamengo.

Quanto às indenizações, o Flamengo fechou acordou com os familiares de Áthila Paixão, Gedson dos Santos e Vitor Isaías, além do pai de Rykelmo Viana - a mãe do menino, Rosana Souza, que é divorciada do pai, entrou na Justiça contra o clube.

Essa é mais uma das homenagens às vítimas. Flamenguistas grafitaram um muro em frente ao Maracanã, estádio em que todos aqueles jovens atletas sonhavam em um dia atuar. A obra, idealizada pelo artista Airá Ocrespo e executada por um grupo de 30 torcedores, deve ser concluída neste sábado.

Do lado do Flamengo, o presidente Rodolfo Landim afirmou que o clube vai construir um memorial no Ninho do Urubu em homenagem aos dez meninos. Também haverá ações na partida deste sábado, contra o Madureira, às 18 horas, no Maracanã, pela sexta rodada do Campeonato Carioca.


Do Estadão Conteúdo 

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FENÔMENOS ASTRONÔMICOS

Saiba quais são os fenômenos astronômicos previstos para 2020

Marcello Casal Jr 
Agência Brasil

Calendário prevê eclipses solares, lunares e chuvas de meteoros

Os fenômenos astronômicos previstos para 2020 vão além da Superlua deste domingo (9). O calendário prevê eclipses tanto solares quanto lunares, conjunções e oposições planetárias, chuvas de meteoros e a ocultação de Marte, uma espécie de eclipse, na qual a Lua passará na frente do Planeta Vermelho.

O primeiro deles está previsto para a madrugada entre 31 de março e 1º de abril, quando ocorrerá a conjunção de Marte com Saturno. “Conjunção é simplesmente uma condição de posição; quem olha da Terra, tem a impressão que os planetas estão bem próximos, quase do lado um do outro”, explica o coordenador do projeto Astro&Física do Instituto Federal de Santa Catarina e doutor em física pela Universidade Federal de Santa Catarina, professor Marcelo Schappo.

No dia 20 de dezembro, outra conjunção atrairá, para o céu, os olhares dos apaixonados por astronomia. “Essa é relativamente rara porque ocorre, mais ou menos, de 20 em 20 anos. Ela tem como protagonistas Júpiter e Saturno, dois planetas muito grandes do nosso Sistema Solar. Eles ficarão muito próximos. É bem legal acompanhar até por quem não tem telescópio”, disse o astrônomo.

Eclipse lunar penumbral

Outro evento destacado por Schappo é o eclipse lunar penumbral que ocorrerá em 5 de junho. Esse não será visível no Brasil, mas exatamente um mês depois, no dia 5 de julho, está previsto outro eclipse lunar penumbral e esse poderá ser visto no país.

Segundo o professor, muitas pessoas confundem o eclipse lunar penumbral com o parcial. “A diferença é que, no parcial, uma parte do disco da Lua entra na sombra da Terra. Já no penumbral, uma parte do disco da lua entra na penumbra da Terra, que é uma região mais iluminada do que a sombra”.

“Então fica um pouco mais complicado perceber a olho nu quando o penumbral é pouco intenso. Esse penumbral de julho será de cerca de 40%, então talvez dê para acompanhar algum obscurecimento da face da Lua”, acrescenta.

Outro eclipse penumbral está previsto para o dia 30 de novembro. “No Brasil, só veremos a parte inicial desse eclipse, porque a Lua estará se pondo quando ele começar. Quem estiver no Norte do país, em um lugar próximo da divisa a Oeste com os outros países da América do Sul, terá a chance de vê-lo por mais tempo”, informou o pesquisador.

Eclipse solar

Neste ano, teremos dois eclipses relacionados ao Sol. O do dia 21 de junho não será visível no Brasil. “Esse será um eclipse muito bonito de se ver porque é o chamado anular. Ele ocorre quando a Lua entra na frente do Sol, mas não completa o obscurecimento dele. Fica um anel de luz e fogo ao redor do Sol. Será ótimo de ser visto em uma faixa do continente africano”, diz Schappo.

No dia 14 de dezembro haverá um eclipse solar total, que ocorre quando a Lua passa pela frente do Sol e obscurece completamente o disco solar. “A faixa de observação da totalidade do eclipse será no Sul da América do Sul. Argentina e Chile serão os melhores locais para a observação”, informa o astrônomo.

No Brasil, esse eclipse será percebido de forma parcial, com a Lua escondendo apenas um pedaço do Sol. Quem estiver na Região Sul do país terá melhores condições de observar essa parcialidade, que ocultará de 60% a 70% do disco solar.

“Para quem estiver mais ao Norte, esse percentual será menor. Brasília, por exemplo, verá uma cobertura de cerca de 20%”, completou o astrônomo que faz um alerta: “É fundamental adotar alguns cuidados para ver eclipses solares. Jamais olhem diretamente para o Sol”.

Segundo ele, “independentemente da parcialidade, o eclipse solar é algo perigoso de se olhar sem a devida proteção”.

Para fazer a observação, a possibilidade mais barata é ir a uma loja de construção ou de ferragens e procurar por um vidro de soldador, de tonalidade 14. Basta colocar o vidro na frente dos olhos para fazer a observação do Sol, tanto durante quanto fora do eclipse.

Outra possibilidade citada por Schappo são as observações indiretas, por meio da projeção de uma sombra do eclipse em uma superfície. “Isso pode ser feito com a ajuda de um físico ou de um observatório astronômico, caso haja na cidade. Em geral, esses profissionais sabem bem como montar esse sistema de observação indireto”.

Ocultação de Marte

No dia 9 de agosto, entre as 5h20 e as 6h20 (horário de Brasília), terá a chamada ocultação de Marte. "Essa é bem interessante. A Lua passará na frente do planeta Marte. É quase como se fosse um eclipse".

Os fenômenos envolvendo os dois corpos celestes não param por aí. "Lua e Marte estarão praticamente coladinhos no dia 6 de setembro, por volta da 0h30", o que, segundo Schappo, também é um fenômeno interessante de ser visto.

Chuvas de meteoros

A madrugada entre 13 e 14 de dezembro terá outro evento astronômico bastante interessante: o ápice da chuva de meteoros chamada de chuva de Gemenídeas.“Será a melhor chuva de meteoros do ano, com uma taxa de 150 meteoros a cada hora”.

Popularmente conhecido por estrelas cadentes, os meteoros poderão ser vistos com facilidade, principalmente a partir de lugares mais escuros. “Basta olhar para o céu durante um longo período de tempo. O ideal é se afastar das luzes da cidade. A oportunidade estará associada a uma lua nova, que estará apenas 0,6% iluminada. Isso contribuirá muito para percebermos o fenômeno”, completou o astrônomo.

Calendário astronômico para 2020

31 de março a 1º de abril: conjunção de Marte com Saturno

5 de junho: eclipse lunar penumbral

5 de julho: eclipse lunar penumbral

14 de julho: Júpiter em oposição

20 de julho: Saturno em oposição

21 de julho: eclipse solar (anular)

9 de agosto: ocultação de Marte

30 de novembro: eclipse penumbral

13 a 14 de dezembro: chuva de meteoros

14 de dezembro: eclipse solar total

20 de dezembro: conjunção entre Júpiter e Saturno


Por Pedro Peduzzi Adrielen Alves 
Repórteres da Agência Brasil e da 
Radioagência Nacional Brasília


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CORONAVÍRUS - FIQUE POR DENTRO

Novo coronavírus: 28 casos suspeitos foram descartados no Brasil

REUTERS / direitos reservados

Dados foram atualizados hoje pelo Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde atualizou hoje (8) as informações repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde sobre a situação dos casos suspeitos do novo coronavírus no Brasil. Agora, oito casos se enquadram na atual definição de caso suspeito para investigação do CoV-2019. Não há nenhum caso confirmado no Brasil.

O boletim foi divulgado pelo site do Ministério da Saúde.

As ocorrências suspeitas estão sendo monitorados pelo Ministério da Saúde nos seguintes estados: Minas Gerais (1), Rio de Janeiro (1), São Paulo (2), Santa Catarina (1) e Rio Grande do Sul (3). O ministério também já descartou 28 casos para investigação de possível relação com a infecção humana pelo coronavírus.

Todas as notificações foram recebidas, avaliadas e discutidas com especialistas, caso a caso, junto com as autoridades de saúde dos estados e municípios.

Confira os principais sintomas e os cuidados para evitar o coronavírus. - 
Agência Brasil




Edição: Valéria Aguiar

Por Agência Brasil
Brasília


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CUIDANDO DA SUA SAÚDE

Comportamento de risco aumentou infecções sexualmente transmissíveis

Fernando Frazão/Agência Brasil

O comportamento de risco, principalmente a falta do uso de preservativo, tem causado o aumento do número de casos de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) no Brasil. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2018 foram registrados 158.051 casos de sífilis, sendo 62.599 em gestantes. A taxa de detecção da doença adquirida por 100 mil habitantes passou de 25, em 2014, para 75,8 em 2018.

As notificações de HIV chegaram a 43,9 mil novos casos em 2018, principalmente entre homens de 25 a 39 anos. Entre os quatro tipos de hepatites, foram 45.410 casos em 2018, sendo a tipo C a mais recorrente, com 12,6 casos para cada 100 mil habitantes.

Para prevenir o surgimento de novos casos de IST, o Ministério da Saúde lançou hoje (8), no Rio de Janeiro, a campanha para evitar o comportamento de risco, com foco nos jovens de 15 a 29 anos. O lema é "Usar camisinha é uma responsa de todos". As peças da campanha usam a linguagem da batalha de poesia (Poetry Slam) e serão veiculadas em TVs abertas e por assinatura, em rádio, na internet, no cinema e na mídia exterior.

Segundo o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que participou do lançamento da campanha na Rocinha, comunidade na zona sul da cidade, as pesquisas mostram que o uso de preservativo tem diminuído. Segundo ele, é uma questão geracional.

“A geração dos pais desses adolescentes tinha uma adesão maior porque, na época, como havia muitos casos de pessoas famosas que morreram por causa do HIV, isso chamava a atenção. Aconteceu com o Henfil, Betinho, Cazuza, Fred Mercury, enfim, um número grande de personalidades, e aquilo causava impacto”.

De acordo com o ministro, com o avanço das pesquisas e da ciência, as pessoas começaram a viver com o HIV e trabalhar a carga viral, portanto diminuiu muito o número de mortes provocadas pela aids e, com isso, o uso da camisinha nas relações sexuais.

“Com isso, doenças sexualmente transmissíveis que a gente conseguia proteger em nome do HIV subiram. A sífilis, com 18 casos por hora, um caso a cada três minutos, fora a subnotificação que é muito grande, é um número assustador em qualquer lugar do mundo. Nós temos formas de gonorreia hoje resistente a todos os antibióticos, uma doença que causa a infertilidade. A hepatite C, a partir de 2014 a gente começou a fazer a testagem, então o número de casos foi lá para cima”.

Sobre a campanha lançada neste sábado, Mandetta destacou que o ministério dividiu as ações ao longo do ano, para que o tema esteja sempre em evidência. Mas destacou que o carnaval é uma data importante no calendário de prevenção das ISTs.

“O carnaval, como é uma festa em que o jovem está sempre muito inserido, é uma época em que a gente quer colocar na agenda a informação para esse público. Por isso que é tradicional no Brasil, uma semana antes do carnaval, que se faça uma campanha. Desde o ano passado, a gente faz o que se chama de balão, com uma campanha mais forte agora, e outras três ao longo do ano”.

O ministro lembrou que o programa Saúde na Escola levou informações sobre o tema a mais de 10 milhões de jovens no ano passado, e que os preservativos podem ser retirados gratuitamente nas unidades de saúde, bem como as vacinas para prevenir a hepatite A, hepatite B e o HPV, principal forma de evitar o câncer de colo de útero.

Também estão disponíveis nas unidades do Sistema Único de Saúde os testes rápidos para sífilis, hepatite e HIV/Aids.

Por Akemi Nitahara - 
Repórter da Agência Brasil 
Rio de Janeiro


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