segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

DEVE AUMENTAR O NÚMERO DE AGÊNCIAS DO INSS EM TODO O PAÍS

Mais de 100 agências do INSS serão abertas até o fim do ano

Até o fim do ano, 182 agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) serão abertas em todo o país. A meta do governo é evitar que o segurado tenha de percorrer longas distâncias para tratar de serviços da Previdência.

“No Pará, às vezes, uma pessoa tinha que se deslocar até 600 quilômetros para ir a um posto da Previdência, que era o mais próximo”, disse a presidenta Dilma Rousseff em seu programa semanal Café com a Presidenta. Ela acrescentou que o estado deverá receber mais 14 agências. “Faremos também, em todos os lugares em que for necessário, concurso público para contratar servidores onde há carência de funcionários”, destacou.

Dilma lembrou que a Previdência criou um sistema computadorizado que acompanha todas as etapas do atendimento a quem procura uma agência do INSS. “Se temos as informações, conseguimos não só acompanhar a solução dos problemas como também organizar o funcionamento de cada uma das agências”, disse. “É possível saber, por exemplo, quantas pessoas estão sendo atendidas por cada um dos funcionários ou se alguém está esperando mais tempo do que o devido”.

A presidenta lembrou ainda que, atualmente, os atendimentos são feitos com dia e hora marcados, o que agiliza o serviço. O contribuinte que tiver toda a sua documentação cadastrada poderá se aposentar em até 30 minutos. E não há mais a necessidade de esperar em filas na porta das agências. “Agora, o segurado recebe, em casa, uma carta do INSS quando completa a idade mínima para se aposentar, informando que ele pode já pleitear o seu benefício. Isso é bom para o governo, que consegue controlar melhor a arrecadação e os pagamentos, e é excelente para o contribuinte, que tem mais facilidade de acesso aos seus benefícios”, comentou Dilma.

Da Agência Brasil
Via DnOnline

TECNOLOGIA EM ALTA NAS ESCOLAS PÚBLICAS

MEC quer estabelecer tablets nas escolas públicas

Imagem Ilustrativa
Quando o computador começou a chegar nas escolas, no final da década de 80, ficava restrito às atividades administrativas. O equipamento começou a ser inserido no cotidiano dos alunos por meio dos antigos laboratórios de informática, ainda sem acesso à internet. Hoje, em plena era digital, a promessa é que, em pouco tempo, os tablets estejam nas mãos dos alunos disputando espaço com o quadro negro, livros e cadernos. Para isso, o Ministério da Educação (MEC) vai lançar este ano um edital para que as redes de ensino possam adquirir o equipamento a custo mais baixo, como fez com os laptops do programa Um Computador por Aluno (UCA).

“Estamos definindo as características do aparelho, vai depender muito inclusive do custo. Não soltamos ainda o edital porque precisa ter uma definição clara dos pré-requisitos do equipamento. Tem que ter acessibilidade, ser resistente e rodar qualquer conteúdo”, explica Sérgio Gotti, diretor de Formulação de Conteúdos Educacionais da Secretaria de Educação Básica do MEC.

Atualmente, cerca de 500 escolas do país contam com os laptops educacionais do UCA. O MEC calcula que 574 mil equipamentos foram adquiridos por meio do pregão do UCA, seja pelo próprio governo federal ou por prefeituras e governos estaduais - o número inclui máquinas que já foram solicitadas e estão a caminho das escolas. Considerando o total de matrículas na rede pública nos ensinos fundamental e médio, o número de estudantes que têm um computador em mãos hoje dentro da sala de aula representa menos de 2% das matrículas - se cada máquina estiver sendo utilizada individualmente, como previa o projeto original. Segundo Gotti, a intenção nunca foi universalizar o programa e levar os laptops a todos os alunos. O ministério defende que os tablets não virão para substituir os laptops, mas complementar as tecnologias existentes nas escolas.

“As políticas na verdade se complementam e a gente espera universalizar a tecnologia unindo os tablets, os laptops e os computadores de mesa. As tecnologias se somam e a gente trabalha com as alternativas disponíveis dentro da melhor realidade de cada ambiente”, explica o diretor do MEC.

O UCA começou a ser pensado em 2005, mas demorou a sair do papel, e as máquinas só chegaram aos estudantes em 2009. Os primeiros computadores foram distribuídos pelo MEC para alguns municípios e na segunda fase as próprias prefeituras adquiriram os aparelhos por meio de um edital organizado pelo governo que reduziu os custos. O governo ainda não decidiu se irá comprar parte dos tablets com recursos próprios e distribuir para as redes de ensino consideradas prioritários pelo baixo desempenho nas avaliações, como ocorreu com o UCA. Mas o edital para que as prefeituras e os governos estaduais possam comprar os equipamentos se tiverem interesse já está sendo produzido.

Às vésperas da chegada de uma nova tecnologia nas salas de aula das escolas brasileiras, ainda não há uma avaliação oficial dos resultados alcançados pelo UCA em termos de melhoria da qualidade do aprendizado. A percepção nas redes de ensino é que o equipamento desperta grande interesse nos alunos e dá mais motivação, diz Gotti.

“A Universidade Federal do Ceará (UFC) está fazendo esse trabalho de avaliação do UCA, mas não há resultados ainda porque faz pouco tempo que os laptops estão em uso. Mas em geral tem-se constatado que há muito interesse por parte dos alunos no uso do computador em sala de aula que foge daquele modelo tradicional do laboratório de informática. Ele traz um ganho em termos de curiosidade desse aluno que pode pesquisar e entender melhor os conteúdos”, explica.

Neste ano, o MEC divulga o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2011, indicador que mede a qualidade do ensino oferecido pelas escolas do país e é calculado a cada dois anos. Com esses dados será possível comparar se houve melhoria no desempenho das escolas que receberam os laptops entre 2009 e 2011.

A Agência Brasil visitou duas escolas que fazem parte do UCA e encontrou realidades diferentes a respeito do uso da tecnologia em sala de aula. Conheça as histórias do Centro de Ensino10 da Ceilândia, em Brasília (DF), e da Escola Municipal Jocymara Falchi Jorge, em Guarulhos (SP), além da opinião de especialistas sobre os impactos da tecnologia no aprendizado.

Da Agência Brasil
Via DnOnline

REDUÇÃO DE CASOS DE DENGUE NO BRASIL

Casos de dengue no país diminuem 60% em janeiro


O número de casos de dengue este mês diminuiu 60% em relação a janeiro do ano passado, informou o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Coelho. Segundo ele, em janeiro de 2011, foram registrados 40 mil casos em todo o Brasil, enquanto em 2012 foram registrados 16 mil.

Segundo Coelho, em dezembro, o programa repassou R$ 97 milhões a 1.150 municípios para intensificar ações de combate à doença. No início de março, será feita uma avaliação das ações adotadas com esses recursos. Diferentemente dos dados gerais do país, o estado do Tocantins, por exemplo, enfrenta um aumento dos casos da doença. Este mês, foram registrados 1.591 casos, contra foram 610 em janeiro de 2011.

O encarregado de obras Rundiney Cantarim, de 41 anos, contraiu a doença no ano passado. De acordo com ele, havia muitos focos de dengue no local onde fazia uma reforma. "Passaram antibióticos para a dor, mas não houve medicação", conta. Cantarim acredita que o trabalho de agentes de saúde é importante para que locais como esse fiquem livres do mosquito Aedes aegypti, causador da doença.

O estudante Frederico Van Erven Cabala, de 25 anos, também sofreu com a doença. Ele foi infectado duas vezes em Itabuna, na Bahia. O município apresenta altos índices de infestação. "Peguei dengue duas vezes, na segunda vez foi pior, foi o tipo 2", relata. O estudante lembrou que, à época, em 2009, o município passava por um surto e ele preferiu ir para São Paulo fazer o tratamento, já que o hospital não tinha condições de atender todos. "Faziam exame de sangue para ver se era hemorrágica, davam soro e analgésico e mandavam para casa para repousar. Os hospitais estavam muito cheios."

A Secretaria de Saúde informou que o Distrito Federal está em situação de alerta, com índice de infestação predial de 1,8%, medido em janeiro. A região com maior risco de surto é o Lago Sul, onde o índice de infestação predial é 6,6%. Pelos dados da secretaria, em 2011, foram confirmados 1499 casos de dengue e três mortes no Distrito Federal.

Em época de chuva, o ambiente fica propício ao aparecimento do mosquito causador da dengue.

 Fonte: Agência Brasil
Via Tribuna do Norte

domingo, 29 de janeiro de 2012

Ministério da Saúde quer país com taxa aceitável de hanseníase até 2015
Diminuir para menos de um os casos de hanseníase no Brasil para cada dez mil habitantes até 2015 é a meta do Ministério da Saúde. A maior dificuldade, no entanto, é alcançar essa taxa por igual em todas as regiões. No Norte, a taxa é 3,28 casos, no Centro-Oeste, 3,15, e no Nordeste, 1,56, quando a prevalência nacional é 1,24 caso. Somente as regiões Sul e Sudeste já estão dentro da meta, com menos um caso para cada dez mil habitantes.

Para o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, o grande número de pessoas vivendo em uma mesma casa sem condições adequadas de higiene e dificuldade de acesso ao tratamento podem explicar a alta prevalência da doença nas três regiões. “A nossa meta é ter menos de um [caso] do Amapá ao Rio Grande do Sul”, disse.


Para diminuir o número de casos no Norte, Centro-Oeste e Nordeste, o ministério quer adotar estratégias nos estados e municípios para uma busca ativa de pessoas com a doença, identificando principalmente a incidência de hanseníase em menores de 15 anos de idade. Isso será feito inclusive nas escolas e ampliado a parentes e vizinhos de alunos com sinais da doença.


De acordo com Barbosa, quando um menor tem hanseníase, significa que um adulto da família também tem a doença e não está tratando. Desta forma, os agentes de saúde podem identificar o foco da hanseníase é combatê-lo. “É não esperar que a pessoa sinta alguma coisa e vá ao médico”, declarou o secretário.


Outra medida é aumentar o número de unidades de saúde com atendimento a pacientes de hanseníase. O governo federal vai repassar verba extra de R$ 16 milhões aos 252 municípios que respondem por 53% casos das doença.


Para Jarbas Barbosa, a meta de diminuir para menos de um caso para cada dez mil habitantes até 2015 é alcançável, mas reconhece que o Brasil está atrasado na luta contra a hanseníase. “Perdemos quase uma década nos anos 1990. A desorganização e a resistência do país em adotar nova estratégia [prejudicaram o combate à doença]. O Brasil foi muito avançado em algumas doenças [como no caso da aids], mas em outras foi conservador”, declarou. “Se a gente tivesse partido mais cedo, estaríamos em situação melhor”, completou.


Para o secretário, a demora se reflete na posição do Brasil no ranking mundial de países com hanseníase. Segundo Jarbas Barbosa, “ficamos só atrás da Índia na detecção de casos novos, que registra cerca de 125 mil doentes por ano.


Os dados divulgados hoje (26) pelo ministério mostram queda de 15% nos novos casos no Brasil, de 34.894, em 2010, para 30.298, em 2011. A pasta informou ainda que mais de 26 mil pessoas com a doença estão em tratamento. Do total de pacientes que concluem o ciclo do tratamento, 80% ficam curadas. O objetivo é aumentar o percentual de cura para 90%. O difícil acesso a um hospital e o preconceito contribuem para o abandono do tratamento, que dura de seis meses a um ano.


Transmitida no contato de pessoa para pessoa, os primeiros sinais da hanseníase são manchas brancas e avermelhadas no corpo, dormentes e sem sensibilidade ao calor, frio ou a um toque. A doença causa deformidades na pele e nos nervos dos braços, mãos, pés, pernas, rosto, orelhas, olhos e nariz. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas demora de dois a cinco anos.


A hanseníase tem cura e deixa de ser transmissível assim que começa o tratamento. Disponível na rede pública, o tratamento é à base de um coquetel de comprimidos diários. O paciente pode tomá-los em casa e ir ao médico somente uma vez por mês para avaliação.



Fonte: Jornal DeFato.com
Estado será retardatário devido a greve


O maior desafio, no entanto, será na rede estadual de ensino. As escolas do Estado começaram a concluir as atividades do ano passado nesta semana devido à greve dos professores que comprometeram quase sessenta dias dos duzentos exigidos pelo Ministério da Educação.

Em um acordo firmado pela Secretaria de Educação e o Sindicato dos Professores, foi traçado um cronograma para que toda a rede entregasse as notas finais até essa sexta-feira, 27. No entanto, algumas unidades já comprometerem esse plano e vão entrar no mês de fevereiro ainda repondo aula.


A distorção no calendário do Estado é ainda pior porque a adesão ao movimento variou entre as escolas. Por isso, algumas unidades já estão em férias desde dezembro. Mesmo com distorção na data final de conclusão, a diretora da 12ª Diretoria Regional de Educação (Dired), professora Magali Delfino, garante que o início do novo ano letivo será no dia 1º de março, uma quinta-feira.


"O que vai diferenciar é á duração de recesso para os professores. Aqueles que entregaram as notas mais cedo, terão mais dias, do contrário, as aulas deverão começar no mesmo dia para todas as unidades", explica a diretora. Durante o mês de fevereiro, o Estado dá andamento ao calendário de matrícula. E os pais devem procurar a unidade de interesse para conferir as datas.


São aproximadamente 33 mil estudantes que devem voltar às salas de aula do Estado para o Ensino Básico. Esse número chega a 42 mil entre os oito municípios que compõem a jurisdição da 12ª Dired. "Haverá vagas para todos os estudantes. Mesmo que não seja na escola de interesse, mas tentaremos matriculá-lo na unidade mais próxima", assegura.


O Estado é responsável pela educação do Ensino Médio. Já o Ensino Fundamental recai para o município. Este concluiu o calendário de matrículas na última quinta-feira, 26, para que as aulas também possam começar já no começo de fevereiro. A estimativa é que o montante de estudantes na rede municipal fique em torno de 20 mil alunos distribuídos entre as 102 unidades.



Fonte: Jornal DeFato.com

2ª CHAMADA DO SISU

Selecionados em 2ª chamada do Sisu têm até terça-feira para providenciar matrículas

Os candidatos selecionados na segunda chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) devem fazer até esta terça-feira (31) a matrícula na instituição de ensino superior para a qual foram aprovados. Foram selecionados mais de 62 mil estudantes.

A consulta aos resultados da segunda chamada deve ser feita na http://sisu.mec.gov.br/)">página do Sisu na internet. Para verificar a documentação necessária para a matrícula, os aprovados devem consultar na página o boletim de acompanhamento do estudante, disponível na mesma página e nas instituições de ensino.

O Sisu, gerenciado pelo Ministério da Educação (MEC), seleciona candidatos para ingresso nas universidades nos 1º e 2º semestres de 2012. Para se inscrever no sistema é preciso ter feito a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Conforme nota do MEC, “os candidatos não selecionados em nenhuma das duas opções nas chamadas regulares ou que tenham sido selecionados pela segunda opção, mas pretendem continuar concorrendo pela primeira, podem aderir à lista de espera. A participação na lista deve ser confirmada on-line, no sistema. O estudante concorrerá à vaga apenas pela primeira opção”. O prazo de adesão vai até 1º de fevereiro (quarta-feira).
 
Fonte: Agência Brasil 
Via Dn Online

REFLEXÃO


Palavras que merecem reflexão


Mudança

Geralmente confundido com a famosa frase de Lampedusa: "melhor mudar um pouco, de modo que tudo possa continuar a mesma coisa". E quando pressentimos que chegou a hora de mudar, começamos inconscientemente a repassar um vídeo mostrando todas as nossas derrotas até aquele momento. É claro que, à medida que ficamos mais velhos, nossa cota de  momentos difíceis é maior. 

Mas, ao mesmo tempo, a experiência nos deu meios de superar essas derrotas, dar a volta por cima, e encontrar um caminho que permitisse seguir adiante. Também precisamos assistir esta fita em no nosso videocassete mental. Atenção: se assistirmos apenas o vídeo da derrota, vamos ficar paralisados. Se nos detivermos no vídeo da experiência, vamos terminar nos julgando mais sábios do que realmente somos. 

Melhor sempre ter as duas fitas ao alcance da mão. E, quando chegar o momento de um novo passo, encerrar um ciclo e começar algo diferente. 

Vontade

Esta é uma palavra que a gente deveria colocar sob suspeita durante algum tempo. Quais são as coisas que a gente não faz porque realmente não tem vontade, e quais aquelas que não fazemos porque são arriscadas? 

Eis um exemplo de risco que confundimos com "falta de vontade": falar com desconhecidos. Seja um flerte, um simples contacto, um desabafo, raramente  conversamos com estranhos. E sempre achamos que "foi melhor assim". 

Terminamos sem ajudar e sem sermos ajudados pela Vida. Nossa distância nos faz parecer muito importantes, muito seguros de nós mesmos, mas - na prática - estamos  passando longe dos milagres que os anjos colocaram em nosso caminho. 

Voz Interior

Na maior parte das vezes, confundida com "inspiração", o que é um equívoco. Estamos sempre escutando certas vozes interiores, ruídos destinados a nos distrair, a nos fazer perder o contacto com a vida. Não se calam, não sossegam nunca. Certas Tradições mágicas dizem que nosso controle sobre estas vozes é quase nenhum. 

Quem já experimentou meditação sabe o quanto isto é verdade; e mesmo quem nunca meditou sabe que elas existem  (músicas que cantamos mentalmente, pensamentos que não conseguimos evitar, etc.) Só uma coisa faz calar estas vozes: o Entusiasmo. Quando estamos verdadeiramente envolvidos na arte de viver, estas pequenas e mesquinhas vozes interiores deixam de falar suas bobagens - e então podemos ouvir a voz de nosso anjo da guarda, a voz de nosso coração,  a voz de Deus. 
Paulo Coelho - Escritor 
Fonte: Tribuna do Norte


"MOMENTO SAÚDE"

Amidalite

É uma doença infecciosa que atinge as amídalas, órgãos de defesa contra infecções.
Causas
A amidalite pode ser causada por vírus (mais frequentes nas crianças), por bactérias (atinge mais os jovens e os adultos) ou pela associação dos dois agentes. Na amidalite bacteriana aparecem pontos de pus.
Sintomas
Os sintomas mais comuns são febre, dor de garganta, falta de apetite, hálito comprometido, dificuldade para engolir e, às vezes, inchaço dos gânglios do pescoço e da mandíbula, que têm a função de evitar a propagação da doença pelo organismo.
É importante observar os sintomas para não os confundir com os de outras doenças como gripe e mononucleose.
Diagnóstico e Tratamento
É preciso diferenciar a amidalite causada por vírus da bacteriana.
Nas amidalites por vírus, a infecção atinge preferencialmente a região da orofaringe (amídalas e faringe) e deve ser tratada com analgésicos e antiinflamatórios.
As amidalites bacterianas (as bactérias que mais comumente atingem as amídalas são os estreptococos e os estafilococos) provocam grande inflamação nas amídalas associada ao aparecimento de placas de pus na orofaringe, tornando necessário o uso de antibióticos específicos. Suspender a medicação assim que desaparecem os sintomas pode provocar complicações graves como febre reumática e nefrite porque a bactéria ainda permanece ativa no organismo.
Se a amidalite for crônica, outras causas devem ser pesquisadas para descobrir a razão da inflamação e buscar o tratamento adequado. A remoção cirúrgica das amídalas só é indicada em casos específicos que não respondem ao tratamento clínico e se repetem várias vezes ao ano, as chamadas amidalites de repetição.
Recomendações
* Procure ficar longe do cigarro. Fumantes ativos e passivos estão mais propensos às infecções das amídalas;
* Evite ambientes com ar-condicionado, que resseca as mucosas e diminui a resistência das amídalas;
* Em amidalites de repetição é importante afastar a hipótese de refluxo gastroesofágico, responsável pela mudança no pH da garganta e que pode facilitar o surgimento de inflamações;
* Prefira ingerir bebidas mornas, sopas e alimentos macios, uma vez que são mais tolerados durante as crises;
* Tome muito líquido para hidratar as mucosas;
* Não deixe de tomar os remédios prescritos pelo médico assim que os sintomas da amidalite bacteriana desaparecerem para evitar complicações da doença;
* Não se automedique. Medicamentos usados sem indicação precisa podem favorecer o aparecimento de bactérias resistentes.
Fonte: Dr. Drauzio Varella